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junho 11, 2010

Regatas de Verão e Largadas

As regatas de Verão voltaram. Vencemos de novo a regata de Twickenham, desta vez em IM2 (um nivel acima de 2009, em que competimos em IM3). No fim semana passado fomos até Eton-Dorney onde competimos na Mettropolitan Regatta e não correu como esperado. Amanhã iremos até Reading competir de novo em IM2.
Estivemos a treinar a nossa largada. O nosso forte é o meio da prova e o andamento base. Falta-nos uma boa largada e ponta final.
Aqui ficam uns video.

Largada da Eliminatória da Mettropolitan Regatta (ficamos em 2º, passando à final)


Treindo/Largada (esta semana)

outubro 08, 2009

venham dai os treinadores!



Estou aberto a comentarios a minha primeira saida de skiff do ano!

junho 15, 2009

Como perder pode ser bom

É interessante como uma derrota pode ser extremamente produtiva. Como escrevi, no passado sabado competimos em Reading e o meu conhecimento da prova era nulo e nao havia expectativas da minha parte (claro que ganhar seria o objectivo!).

Em primeiro lugar, a prova eram apenas 1500m ao contrario do que me tinham informado. Ou seja, seria mais curta do que pensamos. A nossa preparacao tem como objectivo Henley – 2100m, contra a conrrente e normalmente vento contra. 1500m iriam sempre beneficiar equipas de universidades, que treinam para as Bump Races (prova onde as equipas largam a pouca distancia uma das outras e quem é apanhado perde). De qualquer maneira a Universidade de Manchester era uma certa incognita (no site deles a melhor equipa tinha um lugar 45 na Head of River!?).

O dia estava bastante agradavel. Pouco vento e sol. O local é excelente, embora com algumas curvas. A pista está semi balizada e tem 2 curvas nos primeiros 500m. Um das equipas larga com ½ barco de avanço, devido a desvantagem numa das curvas e eventual corrente (nós largamos com esse atraso...).

O aquecimento foi bastante bom e estavamos bastante satisfeitos. Fizemos uma das nossas melhores largadas (a voga chegou as 43/44). Tivemos de esperar cerca de 10/15min pela equipa de Manchester.
A largada na prova nao correu tambem e penso que a timoneira pediu ritmo muito cedo, ainda por cima porque estavamos atras e a equipa de Manchester deve ter largado bem. Fomos sempre a perseguir o adversario, mas sem sucesso. No final perdiamos por cerca de 2 barcos e, embora nao fosse a nossa melhor prova, nao ficamos descontentes mas apenas desiludidos de nao avancar mais na prova. A equipa de Manchester era realmente mais forte e acabou por perder apenas na final contra Molesey. A nossa prova era semelhante a oitavos de final.

No domingo estava programada uma visita a Henley, para conhecer a pista e la treinarmos. O treinador colocou a hipotese de o fazermos no sabado e domingo treinarmos em Twickenham ou Henley. O Adam referiu que so valeria a pena se os animos nao estivessem em baixo e fosse um treino para reagir. Todos o sentiram e la fomos.

Em Henley conhecemos a pista (em passeio pela margem). Nem vale a pena descrever. É tudo muito “polite” e “posh”. Parece um local de regatas para cavalheiros. Twickenham faz parte de um clube de 7 clubes em Henley que basicamente foi construido para dar apoio aos clubes na regata de Henley.

Fizemos a pista duas vezes. Estava bastante vento, como parece ser normal em Henley. Fizemos alguns exercicios, principalmente para o ataque ser mais rapido e leve. No final, pareceu-me dos melhores treinos que tivemos em termos de equilibrio do barco (temos um certo problema para deixa-lo cair para a voga na parte final da recuperacao). Todos ficaram satisfeitos e praticamente nem nos lembramos que tivemos regata de manha.

Algo que aprendemos (ou percebemos) desta e de outras provas foi que a nossa largada tinha de melhorar. Com o Manchester estavamos atras e ainda perdemos na largada. Na pista, aos 500m estavamos sempre ligeiramente atras e aos 1000m ja iamos lado a lado. Imaginem se a largada fosse ao lados das outras equipas – aos 1000m iriamos na frente. E assim ficou o treino para domingo – largadas.

Estavamos a fazer 3 remadas a ¾ de depois comprido. E 45 segundos depois entrar no ritmo. Sao mais ou menos 250metros. O mister disse que outras equipas poem um maior numero de remadas na largada, ou seja, mais voga. A primeira sugestao do treinador foi 10 remadas a ¾. Fizemos uma e atingimos voga 50. Achamos que a partir da 8ª remada ja perdiamos o controle, então decidiu-se tentar aumentar o comprimento a partir da 8ª remada. E assim foi. Nas remadas a ¾ chegamos as 50 rpm e nas compridas chegamos as 45.
O resultado esta em baixo.




A conclusão, depois de conversarmos e vermos o resultado do GPS, foi que esta largada era mais rápida. Ao fim de 12 remadas conseguimos um ritmo mais elevado e a velocidade do barco parece maior. Como estavamos a fazer largadas contra a corrente atingimos 13,5 mph. Normalmente não chegamos as 12mph contra a corrente. É sempre relativo, mas a velocidade aumentou de certeza.

Sabado iremos ver na Marlow Regatta.

P.s. - Strokeman, podes dar a tanga! forca

março 03, 2009

Getting faster

E assim espero já entrar no Top8 do clube! Com os primeiros 3:23.9 situava-me em 9º a 0,3 segundos do 8º!!!

Basta recomeçar a actividade que nos primeiros tempos recupera-se rapidamente o fisico. Agora baixar o numero e chegar a um bom score nos 2km é que vai custar!!!

Duvido (muito!) que esteja a fazer os 3:18 x 2 = 6:36!!!

março 01, 2009

Imprório para menores de 12!

O resultado de mais 4 treinos no fim de semana, ainda por cima tendo mudado de lado! Desta vez remei para a voga...

fevereiro 18, 2009

Remar (finalmente) em Londres


O teste de 1km a voga 24 de ontem faz parte do plano de treinos da equipa de remo do clube de Twickenham, com o qual irei começar a remar. Começei a minha ligação com este clube o ano passado, com o surfboat. Este ano, como queria fazer as provas de surfboat da época (são 6) decidi juntar quem estava interessado e começar a equipa de surfboat. Há cerca de 3 semanas fui a Twickenham e conheci um dos remadores - o Mike. Em conversa ele sugeriu que fosse também remar com eles, nos barcos olimpicos, porque eles não tinham o ritmo de treino dos clubes de Putney e apostavam em remar na àgua ao fim de semana, na fase de inverno. O desafio pareceu-me interessante e a semana passada acabei por ir falar com o treinador - o Gerry.

Fui a Twickenham no domingo e a equipa masculina treinava no ginásio e no ergometro, pois a corrente estava muito forte. Nesta zona mais oeste de Londres, o rio Tamisa tem pequenas represas para controlar o rio e é mais estreito, o que origina correntes bastante perigosas.

Falei melhor com o Gerry entre as duas sessões, onde também conheci alguns dos meus futuros colegas de equipa, e ele disse-me para aparecer no próximo fim de semana para começar a treinar. Nos entretantos, disse que iria enviar uma password e username para eu entrar no site do clube e colocar a minha disponibilidade para o fim de semana anterior, até quinta-feira. Assim ele pode saber quem vai treinar e saber com quem contar, para não haver surpresas de última da hora. Um sistema simples e muito útil.

O "mister" também me disse que o plano de treinos tem um pseudo-teste de 1km, a voga controlada (24), duas vezes por mês. Disse-me que é uma das formas de terem controlos fisicos, sem fazer muitos testes de 2km (que também fazem)! Parece que este metodo é moda aqui no Reino Unido. Disse-me que se multiplicarmos por dois o tempo que fazemos nesses 1km, dá sensivelmente o tempo que fariamos aos 2km. Também me disseram que a equipa nacional britânica faz muito isto e que principalmente a esse nível os tempos batem muito certo. Ao nível de clube e dependendo do nivel fisico do atleta, há pequenas variações.

Depois destes 1km na máquina, bisemanais, o Gerry faz a correcção do tempo em relação ao peso e publica um ranking dos melhores 16 tempos - supostamente que fariam os dois 8+ masculinos do clube.

Como calculam fiquei logo com ideias de fazer o meu e saber como estava em relação ao resto da equipa. Relação esta que ainda desconheço!

Ontem fiz o pseudo-teste e marcou 3:23.9. Ou seja, estaria na casa dos 6:48 aos 2km. Eu disse ao Gerry, no domingo, que deveria estar a fazer ligeiramente abaixo dos 7min. Queria eu dizer entre os 6:55 e os 7min. Mas isso só se saberá quando for à máquina e tiver de ser!

E como diriam - o que tem de ser, tem muita força!

Nota: agora com esta nova aventura, as noticias serão mais frequentes!

janeiro 30, 2009

...no Porto








Uma bela dose de máquina no Porto. Reparem na vista privilegiada que os remadores do Fluvial têm quando treinam de noite! Assim como os treinadores que lhes preparam belas receitas de máquina, receita que provei na 1º pessoa...

janeiro 28, 2009

Treinos matinais

janeiro 24, 2009

Começa amanhã...

É amanhã que começa a minha época de remador este ano! Mas será de remador de surf, de ondas ou de mar, como lhe queiram chamar. Amanhã irei até ao clube de remo de Twickenham para tirar os bancos do barco de Surfboat e colocar-lhe calhas e slides. Vamos começar a preparar uma equipa para competir nas 6 ou 7 provas que há de Surfboat no Reino Unido. Mas como o frio ainda aperta e a praia está longe, vamos começar por remar no rio.

Nesta fase deverá ser só ao fim de semana. Durante a semana cada um trata do seu fisico. As provas só começam em Junho e embora a condição fisica seja importante, ainda não há a intensidade que me habituei ao longo de anos no remo em Portugal. De qualquer modo, espero conseguir caminhar para um ritmo de treino quase diário. Como se pode imaginar, estar em forma e melhorá-la é sempre bom e sabe bem.

Para Abril/Maio espero já termos mudado as calhas pelos bancos e fazer uns treinos na praia. Provavelmente será em Bournemouth, a 1h30m a sul de Londres. Não há ondas, ou pelos ainda não as apanhei, mas dá para remar no mar, treinar entradas e viragens. Se tudo correr bem, uns treinos em ondas também deverão ter lugar. Mas como a equipa deverá ter a sua experiência em ondas, acho mais importante treinar o fisico, o ritmo do barco, as entradas e viragens.

E deste modo também vou tendo um objectivo que me fará treinar mais e melhor. E quem sabe ainda ganha uma formazinha para ir até Montemor em Junho, ao Nacional.

Para os interessados, o Campeonato do Mundo e Europeu será de novo em Biarritz a 5 e 6 de Setembro. Se tudo correr bem haverá uma (ou mais!?) equipa portuguesa a competir. As inscrições estão abertas e para beneficiar de um (grande) desconto, terão de ser efectuadas e pagas até final de Fevereiro. Alguém quer vir? Bom tempo, ondas, competição, boa disposição, festa e sol estão nas previsões!
Vejam algumas fotos do Surfboat em Biarritz 2008 no Laststroke!

Vejam o calendario de provas em www.uksrl.co.uk.

novembro 05, 2008

We're getting faster, harder, scooter...

Pelas 5h30 acorda-se, pelas 6h e picos sai-se de casa, às 7h começasse a pedalar...


... às 8h sai-se do ginásio e às 8h30 já se trabalha!

setembro 29, 2008

Bons tempos!

abril 20, 2008

Recuperar a forma fisica

Quando decidi (ou decidimos) vir para Londres, a vida tornou-se um pouco mais agitada. A Rita veio primeiro, no inicio de Janeiro, e eu cerca de 1 mês depois. Primeiro isso significada deixar de competir e representar o Ferroviário e começar a pensar em remar num clube Londrino. Depois ficar "sozinho" em Lisboa a arrumar as tralhas e a "desfazer" a casa. Estas duas situações levaram-me a diminuir o ritmo de treino, quando estava a entrar numa forma fisica que já me começava a satisfazer. Os UT2 já eram abaixo dos 1:52 e mesmo 1:51 e o 2k já iriam para a casa dos 6:30 sem qualquer dúvida. Esse mês em Lisboa viu a forma fisica a começar a perder consistência.

Quando cheguei a Londres começou a procura de trabalho e ambientalização. Não tinha um clube para treinar e a solução era o ginásio. A casa onde vivemos ainda é longe do ginásio da Rita e o transporte de comboio e a pé demora uns 25/30min. O que por vezes nos deixa em casa preguiçosos. Mas treinava talvez 5x por semana, embora como não tinha objectivo o rigor não era tanto. Também dava umas corridas perto de casa.

Nestes 2meses o treino não foi inexistente, mas baixar o ritmo e perder rigor em cumprir os treinos baixou a forma fisica consideravelmente. A Rita, que é Personal Trainer, diz-me que a resistência aeróbica é a primeira a perder-se quando não treinamos, e que a resistência muscular ou a força muscular demora mais tempo. A verdade é que no fim destes 2 meses confesso que fazer um UT2 a 2:00 já não era fácil.

Agora começei a trabalhar à 1 mês e o horário é apertado (das 8h as 18h) para conseguir ir até ao ginásio com regularidade. Acordo as 6h e ao ginásio chego sempre pelas 19h (quando chego), imaginam o quanto apetece ainda ir treinar para chegar a casa e ir direito para a caminha!

A verdade é que pela localização da casa é complicado poder remar num clube por cá, pois durante a semana com o horário de trabalho é impossivel ir treinar a um clube e no fim de semana conseguir estar as 7h ou 8h no clube também é complicado. Por isso optei por esperar por Setembro para ver se consigo estarei noutra casa e se conseguirei remar na próxima época. Entretanto a possibilidade de competir no Nacional de Verão manteve-se e como atleta é sempre um objectivo que nos ajuda a motivar para treinar com mais afinco.

Portanto já começei a minha recuperação fisica, embora não treine todos os dias. Sei que falta pouco tempo mas gosto de remar e de ir até Montemor. Os UT2 começam a melhorar e já vou na casa dos 1:57. Acho que se continuar assim poderei recomeçar a caminhada para uma boa forma fisica (talvez para começar a próxima época) e sentir-me bem com os watts que apareçem num perfil de 2k!!!

Outra coisa que a Rita diz, como profissinal do Fitness, é que o nosso corpo ou as nossas células têm memória. Ou seja, que se já tivemos uma forma fisica as células e o nosso corpo recuperam depressa, pois já "sabem" como é! O mesmo quando não treinamos durante muito tempo, torna-se dificil retomar pois o nosso corpo não "sabe" como é. Este último exemplo aplica-se a periodos de alguns anos claro. Por isso espero que o meu corpo se lembre dos 1:52 no UT2 e volte rápido, pois os watts sabiam bem!!!

março 23, 2008

Head of the River Race - o treino

Primeiro que tudo peço desculpa de não ter deixado nada escrito sobre esta regata, mas a doença atacou-me e esta semana de trabalho foi algo cansativa. Mas relembrando...

Na sexta feira à tarde estava combinado ir ter ao Quintin BC para um treino com a equipa Sueca-Holandesa-Portuguesa. O nome do clube sueco que iriamos representar é Molndals. Cheguei pelas 15h15, hora combinada, mas ainda não havia suecos. Apenas dois clubes de remo com bastantes barcos de todos os formatos, sempre com uns amarelos à mistura. Na entrada do clube estavam uns alemães a afinar um 8+ Empacher. Logo ao começo se viu que esta regata tem o seu "Quê" de internacional. Mais um pouco de espera, vendo uns barcos passar e visitando o hangar dos barcos, e chegam os suecos "Estevao??", claro que sim!!! Chegaram 4 suecos, até tinham ar de duros, um deles tinha quase 2m, mas devia ter uns 40 anos... mas nada de especial, pois não tava à espera de nada! Uns dedos de conversa, apresentações e vamos ver o barco. Um yanousek para ligeiros, mas não tinha ar de estar todo desfeito. Fiquei a saber que o 5º sueco chegaria de noite e nesse dia iriamos remar com 3 holandeses.

Ligamos aos holandeses e eles estavam à procura do Hostal, mas como era em Hammersmith era ali perto. Passado um tempo voltámos a ligar e dali a 15minutos estariam ali no clube. Entretanto tinha chegado a timoneira, uma remadora com uns 65kg, que remava na equipa feminina da universidade "Imperial". Sabia da coisa, vinha bem preparada e fez logo algumas perguntas pertinentes.
Passados os 15min ficámos a perceber que eram "15min holandeses", pois estava demorado. Mais uma chamada e estavam meio perdidos. Depois foram parar ao clube do lado. Voltaram par trás e estavam do outro lado do rio. .... nunca mais chegavam. Passado um bocado lá os orientámos e chegaram ao clube. Tinham talvez 1,90m e tinha 20 e poucos anos. Remavam no Viddar (ou parecido), que vim a saber e um deles (pelo menos) já tinha estagiado na Figueira e em Montemor.

Todos prontos e vamos para a àgua, o que queriamos. Eu iria remar à proa, nada que me surpreendesse, pois os suecos estavam a colocar-nos nos buracos. A única dúvida, com tanta misturada, era saber se iriamos andar aos tombos ou iria correr minimamente bem. Também porque os suecos não eram experts em 8+, remavam mais em 4 e 2, e quando conseguiam faziam o 8+. Diga-se de passagem que a água estava gélida!!! Até doia.
A esta altura já eram mais 8+ a passar, embora ainda não fossem 18h.

Começamos por remar em direcção à chegada, pois a largada era em frente ao nosso clube. 4 a 4, braços, tronco e braços, 1/4 slide, 1/slide e comprido. A timoneira a coordenar, pois sabia da coisa. Que bom ter um timoneiro com autoridade e que assuma o comando!
Quando acabou o 4 a 4 passámos a remar a 8 e passadas umas remadas percebi que iria ser um treino porreiro, pelo menos todos pareciam saber da coisa e o barco ia minimamente equilibrado para podermos fazer um bom treino.

Surpreendentemente o Yanousek de ligeiros ia a deslizar e parecia não parar no ataque ou ir aos solavancos. A sensação não era má. Ainda por cima porque iamos contra a corrente. O que nem sempre é bom... com um barco a deslizar minimamente, suavemente e com água quase espelhada... a vontade de remar começava a voltar! Não é bom porque remar implica mais esforço (não só financeiro) nos horários e deslocações. Por enquanto a ideia é estabilizar em Londres, no trabalho, e depois ver se posso remar e treinar decentemente.

A timoneira ia continuando a comandar e a apresentar nos o rio, e os locais que iriamos passar amanhã, assim como mais ou menos as distâncias e o que iria fazer nesses locais. "Barnes bridge, aqui temos +/- 2min de prova"... "aqui o rio alarga e temos de atacar"... "Hammersmith bridge, vai estar aqui muita gente"...
Quando demos a volta, já era quase noite e a timoneira tinha colocado uma luzinha na proa, que eu teria de ligar. Pisca pisca ligado e aí vamos. A ideia era fazer 3x20 remadas, primeiro começar a 24rpm, depois na segunda 28rpm e por fim 32rpm, o ritmo de prova. Correu bem e parecia vir a ser uma prova engraçada. Por fim, fizemos umas largadas. Mas as largadas são em movimento, ou seja, iriamos a remar normal e começavamos a aumentar o ritmo, e quando faltassem umas 5 remadas para a largada deveriamos estar no ritmo de prova, talvez um pouco mais alto. Assim o fizemos. Seria menos uma dificuldade, pois acertar os comprimentos e velocidades de largada poderia complicar.

Chegámos ao final do treino, tirar o barco e banho. Chegámos ao bar do clube, antes do balneário e paramos ali. Estava eu, 3 holandeses e uns 2/3 suecos. Um dos holandeses perguntou ao sueco "queres falar do treino, dizer alguma coisa?", claro que sim! Falámos um pouco e a ideia que ficou é que estavamos a precipitar o ataque e virar as pás muito em cima. Realmente sim, por vezes não conseguia atingir o comprimento total e quando a timoneira dizia para virar as pás mais cedo o ataque saia mais equilibrado. As minhas alturas estavam boas, só baixas se não virasse a pá. Alguns dos suecos maiores diziam que estavam baixo, pois compreende-se, a média de pesos era acima de 80kg de certeza.

Pareciamos todos satisfeitos com o primeiro treino juntos. Agora faltava saber se o sueco que faltava, iriamos remar só com 2 holandeses, se iria integrar bem. No dia seguinte teriamos de lá estar às 8h, para entrar na água as 8h45. Teriamos de estar alinhados as 9h30, lá o que isso quissesse dizer. Amanhã seria interessante...

Entretanto era noite escura e passavam luzinhas pelo rio... 8+ a fazer os seus treinos...